Câmara Municipal

SALINEIRO BRIGA NOVAMENTE POR TEMPO PARA DISCUTIR PROBLEMAS DA CAPITAL, AO INVÉS DE POLITICAGEM E HOMENAGENS

Mais uma vez, o vereador André Salineiro teve que reclamar por mais tempo para discussão de assuntos e problemas relevantes que a Capital enfrenta, durante a sessão ordinária por videoconferência da Câmara Municipal. Nesta quinta-feira (10), Salineiro foi criticado por outros vereadores por se alongar no tempo, quando cobrava formas de se chegar a medidas mais efetivas para resolver a situação dos moradores de rua. Chateado com a situação, reclamou mais uma vez de ter pouco tempo para tratar os temas, enquanto o período para que vereadores façam moção de congratulação é sempre longo.

“É um absurdo o vereador ter apenas dois minutos para falar de assuntos importantes da Capital, enquanto o maior tempo é usado para moções e tem cinco minutos para o líder da bancada falar de assuntos relacionados à política”, disse Salineiro que, mais uma vez, pediu que fosse liberada a Palavra Livre, atualmente suspensa nas sessões por videoconferência.  A Palavra Livre é o tempo que os vereadores tinham para trazer questionamentos sobre problemas da cidade.

Salineiro fez sua fala normalmente, solicitando que a mesa diretora da Câmara Municipal pedisse a presença do secretário de Assistência Social na Câmara para melhor discutir soluções para a questão dos moradores de rua, que afeta a região central e diversas outras da cidade.. Mais tarde, salineiro foi acusado de não ter “embasamento teórico mínimo de ver a complexidade das políticas públicas”, por vereador que entrou em defesa da maneira como a situação dos moradores de rua é enfrentada hoje na Capital.

Foi então que Salineiro defendeu-se, lembrando que por muitas vezes já foi até o centro e bairros ouvir famílias e empresários sobre a situação que afeta também a Segurança Pública. “Só na secretaria de Assistência Social, eu já estive três vezes para tentar ajudar a resolver esse problema e fui muito bem recebido. Apenas acho que temos que chegar a um consenso entre secretaria e vereadores”, disse Salineiro. Na sequência, Salineiro foi criticado por usar muito tempo para falar (cerca de 12 minutos), durante bate-boca, em que mal se podia saber quais vereadores exatamente estavam falando ao mesmo tempo na transmissão, até que foi apaziguado pelo presidente da sessão.

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