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Rede Solidária contabiliza saldo positivo na assistência às famílias em vulnerabilidade social

Somando mais de 79 mil atendimentos até setembro deste ano, as ações se concentraram no acompanhamento dos usuários e famílias cadastradas

Mesmo com as medidas de biossegurança adotadas pela pandemia da Covid-19 o Programa Rede Solidária manteve o trabalho de atendimento as famílias em situação de vulnerabilidade social inseridas nas comunidades abrangidas pelo projeto. O programa faz parte das ações de assistência social do Governo do Estado junto a Sedhast (Secretaria de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho).

Com atendimento presencial ao público suspenso foi preciso reinventar a maneira de continuar levando aos beneficiários as diversas oficinas e serviços oferecidos nas duas unidades do programa localizadas nos bairros Dom Antônio Barbosa e Jardim Noroeste.

Somando mais de 79 mil atendimentos até setembro deste ano, as ações se concentraram no acompanhamento dos usuários e famílias cadastradas. A assistência social das famílias foi realizada através de contato via telefone e quando necessário eram feitas visitas.

Para auxiliar as famílias mais vulneráveis houve entrega de cestas básicas, encaminhamento para centros de referência social e entrega de máscaras para conter a infecção pelo coronavírus.  O apoio para famílias em insegurança alimentar contou com o reforço de legumes e verduras produzidas nas hortas orgânicas implantadas nas duas unidades do projeto.

Também foram oferecidas oficinas on-line de danças, karatê, crochê, violão e capoeira. “Estão previstas ainda esse ano as oficinas on-line de apoio pedagógico, crochê, artes e culinária, com temática natalina ensinando como aproveitar materiais recicláveis; e na culinária, como usar produtos simples para fazer um prato natalino”, relata o diretor do Programa, Paulo Xavier.

Confecção de máscaras (Foto: Deise Helena)

Através da parceria entre Semagro (Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar), Sedhast , Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) e empresa Cortex, foi possível confeccionar, através do treinamento de seus colaboradores e instrutores, mais de 40 mil máscaras. As unidades foram destinadas a entidades sociais, famílias assistidas pelo Programa, alunos das oficinas e órgãos públicos.

“A confecção de máscaras foi uma das maiores contribuições do projeto para a sociedade nesse momento delicado que estamos enfrentando, capacitamos em tempo recorde nossos instrutores e colaboradores para dar conta da confecção e entregar esse importante item de segurança para população que não tem como comprar”, analisa a gestora de projetos, Eliene Barbosa.

Atividades com as crianças, seguindo o protocolo de biossegurança (Foto: Deise Helena)

Outro ponto de destaque foi a ação de Dia das Crianças, em que um grande esquema foi montado para poder acolher as crianças que estão sem as atividades oferecidas pelo programa desde o início da pandemia. Para a coordenação foi possível avaliar como seria o retorno das atividades. “Já foi apresentado pelo nosso Governador as diretrizes para volta as aulas da rede estadual de ensino e nós estaremos em conformidade com o protocolo que prevê as aulas híbridas, com atividades a distância e presenciais, seguindo todas as medidas de biossegurança”, destacou o assessor da coordenação executiva do Rede, Rodrigo Barione.

Nessa ação foram distribuídos 500 kits com brinquedos, doces e máscaras produzidas no programa. A entrega atendeu crianças de 5 a 12 anos, nas duas unidades do Rede Solidária nos bairros Dom Antônio Barbosa e Jardim Noroeste em Campo Grande. Para o Natal o esquema se repetirá, com protocolo de distanciamento, higiene e uso de máscaras para acolher as crianças que receberão kits natalinos.

Deise Helena, Rede Solidária

Fotos: Saul Schramm

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