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Rede Solidária se consolida como importante polo de assistência social em Mato Grosso do Sul

Cumprindo a missão de emancipar as famílias em situação de vulnerabilidade social através de trabalho articulado

Cumprindo a missão de emancipar as famílias em situação de vulnerabilidade social através de trabalho articulado, compartilhado e integrado o Programa Rede Solidária consolidou sua atuação em prol da assistência social.

Nos meses de agosto e setembro a unidade do programa do bairro Jardim Noroeste em Campo Grande se transformou em um grande polo de apoio, suporte e distribuição de 60 mil cestas alimentares, 80 mil cobertores e 400 mil mascaras adquiridas pelo Governo do Estado para atender famílias em situação de vulnerabilidade nos 79 municípios de Mato Grosso do Sul.

“Com as oficinas paradas e sem receber as mais de 300 crianças que atendemos todos os dias no contra turno escolar, além dos adolescente e adultos, direcionamos todos nossos colaboradores para atuar na organização desses milhares de itens, além de atender as secretarias de assistência do interior e entregar as unidades para cada município. Foi uma ação gratificante, agradecemos o governo do estado por confiar na gente”, lembra o diretor do Rede, Paulo Xavier.

Com os atendimentos diretos e presenciais suspensos pelas medidas de biossegurança impostas pela pandemia, as ações do projeto ficaram restritas, mas o trabalho de assistência aos assistidos pelas oficinas e cursos além de suas famílias foi contínuo.

O setor de assistência social do programa Rede Solidária entregou em Campo Grande mais de 70 cestas básicas, as entregas foram feitas a partir de acompanhamento telefônico e visitas, cumprindo as medidas de biossegurança. “Nosso intuito é emancipar as famílias e não somente dar um benefício eventual. Para entrega dessas cestas as famílias passaram por um crivo, realmente muitas necessitavam de auxílio por conta da insegurança gerada pela pandemia”, relata a assistente social da Unidade II, Marivânia Delmondes.

Através das visitas também foi possível encaminhar os usuários para centros de referência como CAPS e CRAS. “Os principais problemas enfrentados pela população vulnerável da comunidade onde estamos inseridos foram a insegurança alimentar, saúde psicológica fragilizada por conta da pandemia e também o suporte de atendimentos via internet, que muitos órgãos adotaram com o isolamento. É grande  a falta de acesso à internet e intimidade com os sistemas”, destaca a assistente social que lembra as parcerias do setor psicossocial do Rede com diversos outros órgãos de assistência como Defensoria Pública, programas como Vale Universidade e inserção de estagiários da área do serviço social via Sedhast.

Parceria com o Senai para confecção de máscaras para proteção contra a Covid-19

Um dos principais módulos de atuação do programa é a geração de renda e capacitação. Em parceria com Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) teve início em novembro o curso de instalador de energia foto voltaica. O curso é oferecido de maneira hibrida com aulas on-line e presenciais práticas.

Entre maio e setembro o Programa Rede Solidária contabilizava mais de 79 mil atendimentos tendo como previsão para todo ano de 2020 mais de 95 mil atendimentos a população. “Infelizmente a pandemia nos afetou de maneira significativa com as atividades presenciais, mas soubemos nos destacar com as aulas online, os cursos, o atendimento e encaminhamento social, dando apoio as principais ações sociais do governo e agora nos preparamos para estar em sintonia com a volta às aulas cumprindo o protocolo adotado pelo Governo”, relata o diretor do programa.

Deise Helena, Rede Solidária

Foto do destaque: Edemir Rodrigues

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