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No primeiro dia do toque de recolher Mato Grosso do Sul registra mobilidade social de 42,38%

Teve início no último domingo (14) o toque de recolher com medidas mais restritivas de mobilidade social para a população de Mato Grosso do Sul

Teve início no último domingo (14) o toque de recolher com medidas mais restritivas de mobilidade social para a população de Mato Grosso do Sul. A medida é válida por 15 dias e visa a redução do contágio da Covid-19 que nas últimas semanas tem avançado consideravelmente seus indicadores no Estado.

A ferramenta que monitora via dados anonimizados o percentual da população que está respeitando a recomendação de isolamento, mostra que a taxa média de pessoas que se mantiveram no perímetro de suas residências ontem foi de 42,38% no Estado.

No comparativo com outros Estados, Mato Grosso do Sul registrou o menor índice das 27 unidades da federação mapeadas. Entre as capitais brasileiras, Campo Grande seguiu a mesma tendência do Estado e registrou 42,29%.

As taxas médias mapeadas em 40 municípios sul-mato-grossenses no último domingo variam entre 29% registrado em Rio Verde de Mato Grosso a 58,3% apontado em Dois Irmãos do Buriti. Confira aqui o detalhamento de dados por município.

boletim epidemiológico Covid desta segunda-feira (15) registrou 536 novos casos da doença, totalizando 194.882 infectados no Estado desde o início da pandemia. Mais 14 óbitos foram registrados, elevando para 3.628 o indicador de vidas perdidas por complicações da doença em Mato Grosso do Sul. Para se ter uma ideia, só o mês de março já acumula 272 óbitos. Os casos ativos em Mato Grosso do Sul são 11.074, sendo 832 pacientes hospitalizados e 10.242 pessoas em isolamento domiciliar.

Isolamento Social

Desenvolvido pela In Loco e disponibilizado gratuitamente para nortear as ações de enfrentamento a Covid-19 estados brasileiros, o Índice de Isolamento Social usa dados anonimizados de geolocalizadores de celular para identificar a taxa média de pessoas que estão respeitando o recolhimento social.

Os dados não representam a população em sua totalidade, mas podem auxiliar o poder público indicando as regiões onde há indício de maior circulação de pessoas. A coleta de dados de geolocalização não interfere na privacidade dos usuários pois captura apenas a movimentação do dispositivo.

Mireli Obando, Subcom

Foto: Chico Ribeiro

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