Polícia

Delegado Geral participa de reunião com secretário da Senad sobre destinação de veículos apreendidos no MS


Campo Grande (MS): O Delegado Geral da Polícia Civil – Adriano Garcia Geraldo – participou na manhã desta quarta-feira (3), de uma reunião para tratar de assuntos comuns às forças de Segurança Pública do Estado e Secretaria Nacional Antidrogas. Dentre os temas, a necessidade de maior celeridade no processo de leilão de veículos e bens apreendidos com o tráfico em Mato Grosso do Sul.

Participaram do encontro o secretário nacional de Políticas Sobre Drogas do Ministério da Justiça, Luiz Roberto Begiora, o secretário de Justiça e Segurança Pública do Mato Grosso do Sul – Sejusp/MS – Antônio Carlos Videira, o superintendente de Segurança Pública e Políticas Penitenciárias Edilson Osnei Nazareth Duarte, o diretor do Departamento de Polícia do Interior – delegado Ivan Barreira e Antonio Carlos Costa Mayer – superintendente de Inteligência, onde foram discutidos diversos assuntos de interesse da Polícia Civil.

De acordo com o Delegado Geral da PCMS, atualmente, mais 6 mil veículos estão nos pátios das Delegacias. “Estes veículos dependem de encaminhamento de leilão da Senad e acabam trazendo uma série de transtornos como ocupação de pátios, ocupação de via pública e deterioração do bem que pode ser vendido mais rápido gerando um valor agregado maior”, explica.

Adriano Garcia também falou sobre a importância da visita. “A vinda do Secretário nacional para constatar nossos problemas localmente, para nós, é muito bem vista. Hoje à tarde teremos uma visita na Denar para mostrar essa realidade. Nós dependemos de um leilão permanente, pois ao mesmo tempo que esses veículos estão saindo (sendo leiloados) novos veículos são apreendidos. E sabemos que quanto mais rápido isso acontecer, maior é a arrecadação da União e consequentemente o repasse pra Polícia Civil”.

Para o secretário de Justiça e Segurança Pública, MS possui um passivo muito grande de veículos nos pátios de polícia, o quê “Além do valor que pode ser destinado às atividades que assessoram a apreensão (perícia e polícia judiciária), nossa preocupação é em esvaziar esses pátios por questão de saúde pública (…) Esses veículos são propícios para proliferação de doenças transmitidas por diversos tipos de mosquitos”.

Hoje, 40% do valor arrecadado sobre os itens leiloados retornam para a Sejusp para distribuição entre as forças de Segurança Pública do Estado.

Fonte: PC MS

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