
O caso da cearense Francisca Hildete, de 60 anos, julgado pela Suprema Corte, resultou em uma condenação de 13 anos e 6 meses. Os atos pelos quais ela foi condenada ocorreram em 8 de janeiro. O Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu o julgamento na última semana, que havia começado em dezembro do ano passado.
A sentença será aplicada da seguinte maneira: 12 anos de prisão em regime fechado e um ano e seis meses de detenção. A condenada também contribuirá para o pagamento de uma multa coletiva de R$30 milhões, determinada pelo Supremo.
O ministro Alexandre de Moraes, que é o relator, iniciou o turno final do julgamento, votando pela “condenação da ré a 12 anos e 6 meses de prisão”. Já o ministro Cristiano Zanin apresentou uma divergência na dosimetria, aumentando a pena, e foi apoiado pelos demais.
Francisca é acusada de crimes como a abolição violenta do Estado Democrático de Direito, Golpe de Estado, dano qualificado, deterioração do Patrimônio tombado e participação em associação criminosa armada.
A mulher, em sua defesa, afirmou que estava transitando pacificamente dentro do Palácio do Planalto e que os incidentes de violência foram casos isolados.
As informações são do Diário do Poder.