CIA atuou por cinco meses na Venezuela para viabilizar prisão de Maduro
Operação sigilosa envolveu monitoramento, articulação internacional e apoio de aliados internos ao regime

Uma operação conduzida pela CIA teria atuado de forma contínua durante cinco meses na Venezuela com o objetivo de viabilizar a prisão do presidente Nicolás Maduro, segundo informações divulgadas por fontes ligadas à inteligência internacional. A ação, mantida sob rigoroso sigilo, teria envolvido coleta de informações estratégicas, vigilância de alvos sensíveis e a articulação com governos aliados.
De acordo com relatos, a operação foi desenhada para reduzir riscos diplomáticos e evitar confrontos diretos, priorizando métodos de inteligência e cooperação internacional. Agentes teriam monitorado deslocamentos, comunicações e círculos próximos ao presidente venezuelano, além de identificar possíveis brechas dentro do próprio aparato estatal do país.
Fontes indicam que o planejamento incluiu ainda coordenação com setores da oposição e apoio indireto de atores regionais, visando criar condições políticas e operacionais favoráveis à captura. O governo venezuelano, por sua vez, não se manifestou oficialmente sobre as acusações, enquanto aliados de Maduro classificam as informações como parte de uma “campanha de desestabilização”.
Especialistas avaliam que, caso confirmada, a atuação prolongada da CIA representa uma das mais complexas investidas de inteligência na América Latina nos últimos anos, com potencial impacto geopolítico significativo para a região.
Da redação Mídia News





