Trump convoca iranianos a ocupar instituições e diz que “ajuda está a caminho”
Ex-presidente dos EUA faz apelo direto à população do Irã, intensifica retórica contra o regime e reacende tensão diplomática

O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, convocou publicamente os iranianos a ocuparem instituições do Estado e afirmou que “ajuda está a caminho”, em declaração que rapidamente repercutiu nas redes sociais e em meios de comunicação internacionais. A fala ocorre em meio ao aumento da instabilidade interna no Irã, marcada por protestos, repressão e denúncias de violações de direitos humanos.
Em tom incisivo, Trump dirigiu-se diretamente à população iraniana, sugerindo que o momento seria propício para uma mobilização contra o regime. A mensagem foi interpretada por analistas como um gesto de incentivo à desobediência civil e à pressão popular sobre o governo de Teerã, além de uma sinalização política de apoio externo.
A declaração gerou reações imediatas. Autoridades iranianas classificaram o pronunciamento como interferência em assuntos internos e reforçaram o discurso de soberania nacional. Já observadores internacionais alertam que falas desse tipo podem elevar o risco de escalada regional e dificultar esforços diplomáticos em curso.
Nos Estados Unidos, aliados e críticos de Trump reagiram de forma dividida. Enquanto alguns apoiadores veem a postura como firme diante de um regime acusado de repressão, opositores apontam o risco de inflamar conflitos e comprometer negociações sensíveis no Oriente Médio.
Especialistas em política internacional destacam que apelos externos à mobilização interna costumam ter efeitos imprevisíveis. Em cenários de alta tensão, mensagens de líderes estrangeiros podem tanto encorajar manifestantes quanto servir de argumento para endurecimento do aparato de segurança.
Até o momento, não houve confirmação oficial sobre que tipo de “ajuda” Trump estaria se referindo, tampouco detalhes sobre eventuais ações concretas. O episódio reforça o clima de incerteza e amplia o debate sobre o papel de lideranças estrangeiras em crises internas de outros países.
Da redação Mídia News





