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Ex de príncipe britânico reacende teorias e sugere que Epstein estaria vivo em Israel

Declaração de Lady Victoria Hervey volta a levantar dúvidas sobre a morte do financista, oficialmente tratada como suicídio em 2019

Uma declaração da socialite britânica Lady Victoria Hervey reacendeu teorias conspiratórias em torno da morte de Jeffrey Epstein, financista acusado de tráfico sexual nos Estados Unidos. Ex-namorada de Andrew Mountbatten-Windsor, ela afirmou não acreditar que Epstein tenha morrido e sugeriu a possibilidade de ele estar vivo e vivendo em Israel.

A fala foi feita durante entrevista ao radialista Tom Swarbrick, da LBC. Aos 49 anos, Victoria declarou que a versão oficial apresentada pelas autoridades norte-americanas não a convence. “Para ser honesta, nem acho que Jeffrey Epstein esteja mais morto”, disse, ao comentar rumores que voltaram a circular após a divulgação recente de documentos relacionados ao caso.

Epstein foi encontrado morto em 10 de agosto de 2019, aos 66 anos, em uma cela do Centro Correcional Metropolitano de Nova York, onde aguardava julgamento por acusações de tráfico sexual e conspiração. De acordo com o relatório oficial, o financista teria cometido suicídio, sendo encontrado pendurado na lateral da cama. À época, o então procurador-geral dos Estados Unidos, William Barr, classificou o episódio como resultado de uma “tempestade perfeita de falhas”, citando erros graves de segurança no sistema prisional. Mesmo assim, confirmou oficialmente a causa da morte como suicídio.

Apesar das conclusões oficiais, especulações surgiram imediatamente após o anúncio da morte e ganharam força nas redes sociais. Entre elas, versões que sugerem que Epstein teria sido retirado da prisão e que corpos teriam sido trocados. Parte dessas narrativas teve origem em postagens anônimas na plataforma 4chan, algumas alegando supostas ligações do financista com o Mossad, agência de inteligência de Israel — alegações nunca comprovadas.

Victoria afirmou ter visto mensagens que estariam entre os arquivos recentemente divulgados e defendeu que um agente penitenciário citado nesses relatos fosse ouvido novamente. Ela também comentou sobre a presença de figuras influentes no círculo de Epstein, mencionando que nomes como o advogado Alan Dershowitz aparecem em alegações e documentos associados ao caso, ainda que muitos envolvidos neguem qualquer irregularidade.

Ao falar sobre os arquivos, a socialite ironizou a ausência de determinados nomes, sugerindo que Epstein “conhecia todo mundo que era poderoso”. A declaração, em tom provocativo, voltou a alimentar debates e teorias online, mesmo sem qualquer evidência nova que contrarie a versão oficial das autoridades norte-americanas.

Da redação Mídia News

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