
A policial militar Gisele Alves Santana, de 32 anos, foi encontrada morta na última quarta-feira (18), no apartamento onde morava, localizado no bairro do Brás, região central de São Paulo. A vítima apresentava um ferimento causado por disparo de arma de fogo na cabeça.
De acordo com informações do boletim de ocorrência, o corpo foi localizado pelo marido da policial, o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto. Ao lado de Gisele, havia uma arma de fogo. Ela chegou a ser socorrida e encaminhada ao Hospital das Clínicas, mas não resistiu aos ferimentos.
O caso foi registrado como morte suspeita e também como suicídio, e está sob investigação da Polícia Civil, que busca esclarecer as circunstâncias do ocorrido.
Durante depoimento às autoridades, a mãe da vítima afirmou que o relacionamento da filha com o oficial era conturbado. Segundo o relato, Gisele teria manifestado intenção de se separar, ocasião em que o marido teria enviado uma imagem na qual aparecia com uma arma apontada para a própria cabeça.
As informações fornecidas pela família agora fazem parte do inquérito policial, que deverá analisar todos os elementos para determinar se houve, de fato, suicídio ou outra possível dinâmica para a morte.
Gisele deixa uma filha de 7 anos, fruto de um relacionamento anterior.
O sepultamento ocorreu na sexta-feira (20), no Cemitério Parque Colina dos Ipês, em Suzano, na Grande São Paulo.
As investigações seguem em andamento.
Da redação Mídia News





