Uma missão humanitária realizada no último dia 1º de maio levou atendimento de saúde, assistência social e doações a comunidades isoladas na região do Paraguai Mirim, no Pantanal de Mato Grosso do Sul. A ação reuniu voluntários da Igreja Primeira Essência (PE), ligada à Igreja Adventista do Sétimo Dia, em parceria com o Projeto Nova História e o Instituto Agwa, além do apoio logístico da OCIP AMVCA.
A mobilização começou ainda durante a madrugada, com saída de Campo Grande rumo ao Pantanal sul-mato-grossense. A equipe enfrentou uma longa jornada, com mais de 10 horas de deslocamento por estrada e cerca de quatro horas de navegação por rios da região pantaneira até chegar às comunidades ribeirinhas atendidas.
O objetivo da missão foi oferecer suporte a famílias em situação de vulnerabilidade social, que convivem com dificuldades de acesso a serviços básicos, especialmente saúde e assistência social. Ao chegarem ao local, os voluntários encontraram moradores aguardando atendimento, entre eles crianças, idosos e trabalhadores rurais que vivem em áreas remotas do Pantanal.
Durante a ação, foram realizados atendimentos de saúde, incluindo exames de visão, aferição de pressão arterial e testes de glicemia. Um dos principais destaques da missão foi a entrega de óculos para moradores atendidos no local, proporcionando melhoria imediata na qualidade de vida de diversas pessoas que enfrentavam dificuldades de visão sem acesso a tratamento especializado.
Além dos atendimentos médicos e preventivos, a equipe também distribuiu alimentos, roupas, calçados e medicamentos. As doações ajudaram a suprir necessidades emergenciais das famílias assistidas, reforçando a importância da solidariedade em regiões de difícil acesso.
Segundo os organizadores, a iniciativa beneficiou dezenas de famílias e também permitiu identificar demandas locais que poderão orientar futuras ações humanitárias na região. O Instituto Agwa foi responsável por oferecer estrutura, hospedagem e suporte logístico, fundamentais para a realização da missão.
A ação reforça o papel de projetos sociais e voluntários no atendimento a comunidades pantaneiras, onde as barreiras geográficas ainda dificultam o acesso contínuo a serviços essenciais e políticas públicas.
Da redação Mídia News





