
Meus dois mentores do pantaneirismo, Venâncio Gonçalves e Cho Malaquias Rondon, faziam esse pó da casca torrada do barbatimão, socavam a casca e ferviam e apuravam para lavar ferimentos e estancar sangue. De animais e humanos…

As folhas era colhidas, secas e usadas para enchimento de suadores de arreios…
Tanta coisa boa disponível na rede, e mesmo gente do meio rural, ficam repostando IA de onças e jacarés, o bom combate se traria divulgando a cultura rural e da pastorícia tradicional pantaneira, ensinadas por nossos ancestrais pantaneiros, que se originam nas três vertentes do conhecimento humano , o europeu, o africano e os nativos americanos.
Nada como as dificuldades do pantanoso Novo Mundo, para ensinar que a soma solidária de conhecimentos, traria sustentabilidade para uma nova cultura, onde caberiam humanos de todos os lugares, a terra, as águas, a fauna e flora…

Agora até longos temas rurais, são compilados por IA e não se necessita muito conhecimento histórico para perceber que são produto de estagiários da moderna IB Ilimitada Burrice.
Vejam a simplicidade desta lição cultural que só a enorme sabedoria em Botânica do Mestre Arnildo Pott, saberia selecionar e divulgar:
Atendendo proposta de ilustre professora poconeana vou tentar adotar o gerúndio do verbo “armar” já que vivo “armando” coisas sobre o Pantanal.
O velho amigo José Hamilton Ribeiro, há muito tempo intuiu algo semelhante, ao me denominar de “-Monsieur L’armand” por conta de minhas insistentes pantaneirices…
Talvez um simplório: – São Pedro D’armando Pantaneiro.
*Armando Arruda Lacerda
Porto São Pedro*




