De Corumbá para São Paulo não precisávamos passar por Campo Grande então uma simples estação férrea intermediária, as indústrias de aproveitamento e exportação da carne do Pantanal e seus subprodutos, eram da indústria saladeril estabelecidos em Otília, Barrinhos (Rabicho), Descalvados, Barranco Vermelho, no Rio Paraguai e Joffre, São João e São Miguel, no Rio Cuiabá.

Pantanal sempre abriu mercados ao redor do mundo pelo sabores e qualidades insuperáveis, pois sabiam que se tratava de carne com formidáveis qualidades que alimentavam e curavam necessidades do corpo e do espírito de uma humanidade faminta por proteínas…
Pastorícia secular adaptada e sustentável para flora e fauna do Pantanal: Proteína POP – Pura Origem Pantaneira
O pantaneiro João Lins de Barros, mandou-me um complemento que tenho certeza esclarece que as diferenciadas e múltiplas ervas e capins de cada região pantaneira proporcionam “Blends” diferentes no sabor das carnes.
“-Meu pai (Clóvis de Barros) e tio Fernando (Fernando de Barros), mandavam charque do Saladeiro São Miguel para Recife. Lá o comércio era dominado pelos portugueses (traders internacionais). As partidas do charque que chegavam eles analisavam pelo cheiro e pelo sabor. Eram grandes conhecedores que sabiam até de qual região do pantanal o gado era criado originalmente.”
Gado POP sempre foi TOP no mercado internacional, quando este consegue diferenciar na proteina animal final, as centenas de capins, ervas, flores, clima e águas originais que sempre proporcionarão blends equilibrados na textura, sabor e aroma da carne adquirida.
Armando Arruda Lacerda
Porto São Pedro
12/02/2026




