Equipe médica russa remove tumor de quase 60 kg de paciente após duas décadas de crescimento
Cirurgia histórica mobilizou dezenas de profissionais e foi considerada um marco pela complexidade e risco do procedimento

Uma equipe médica da Rússia realizou uma cirurgia considerada extraordinária ao remover um tumor de quase 60 quilos de um paciente que convivia com a massa há aproximadamente duas décadas. O procedimento, classificado como de altíssimo risco, exigiu planejamento minucioso, tecnologia avançada e a atuação coordenada de especialistas de diversas áreas, incluindo cirurgiões, anestesistas, intensivistas e enfermeiros.
De acordo com informações divulgadas por autoridades hospitalares, o tumor vinha crescendo lentamente ao longo dos anos, até atingir proporções que comprometeram seriamente a mobilidade, a respiração e a qualidade de vida do paciente. A condição também causava dores constantes, dificuldade para realizar tarefas simples e risco elevado de infecções, além de pressionar órgãos vitais.
A cirurgia durou várias horas e exigiu cuidados extremos para evitar complicações graves, como hemorragias, falência de órgãos e choque circulatório. Para minimizar os riscos, a equipe utilizou equipamentos de monitoramento em tempo real e técnicas avançadas de controle de sangramento. O hospital montou uma força-tarefa exclusiva para o caso, com leitos de UTI reservados e suporte completo no pós-operatório.
Segundo os médicos responsáveis, a retirada da massa tumoral representou um desafio técnico raro, tanto pelo tamanho quanto pela complexidade de sua localização. “Foi uma operação que exigiu precisão absoluta e coordenação perfeita entre todas as equipes. Cada etapa foi cuidadosamente planejada”, informou um dos cirurgiões envolvidos, em nota oficial.
Após o procedimento, o paciente foi encaminhado para a unidade de terapia intensiva, onde permanece em observação. O estado de saúde é considerado estável, e os médicos relatam evolução positiva nas primeiras horas do pós-operatório. Exames complementares ainda serão realizados para avaliar a natureza do tumor e definir a necessidade de tratamentos adicionais, como quimioterapia ou radioterapia.
Casos desse porte são extremamente raros na literatura médica, e a cirurgia já é apontada por especialistas como um feito relevante para a medicina contemporânea. Além do impacto clínico, o caso também chama atenção para a importância do acesso precoce ao diagnóstico e ao tratamento, já que tumores detectados em estágios iniciais tendem a ter abordagens menos invasivas e melhores prognósticos.
A equipe responsável destacou ainda que o sucesso do procedimento reforça o alto nível da medicina russa em cirurgias de grande complexidade e abre caminho para o aprimoramento de protocolos em casos semelhantes no futuro.
Da redação Mídia News

