
Declarações passadas de Fábio Porchat sobre o modelo de trabalho em aplicativos de entrega voltaram a repercutir nas redes sociais após o humorista estrelar uma campanha publicitária de um app chinês do setor. Em entrevistas e participações públicas anteriores, Porchat chegou a classificar o sistema de delivery como uma forma moderna de “escravidão”, criticando a precarização das relações de trabalho e a falta de garantias aos entregadores.
A mudança de postura, evidenciada pela associação à marca, provocou acusações de incoerência por parte de internautas e usuários das redes, que resgataram vídeos e trechos das falas antigas do apresentador. Para críticos, a campanha contradiz o discurso adotado anteriormente; já defensores argumentam que a participação publicitária não invalida críticas ao modelo e que é possível apoiar melhorias nas condições de trabalho enquanto se envolve com o mercado.
Até o momento, Porchat não se manifestou publicamente para esclarecer a aparente contradição. O episódio reacende o debate sobre responsabilidade social de figuras públicas, publicidade e os limites entre opinião pessoal e contratos comerciais no setor de tecnologia e serviços.
Da redação Mídia News

