
Aqui estão os valores e aumentos oficiais do preço do ICMS que **passaram a valer para gasolina, diesel e gás de cozinha no Brasil a partir de 1º de janeiro de 2026 (impactando diretamente os preços ao consumidor final): Agência Brasil+1
Gasolina
• ICMS passou de R$ 1,47 por litro para R$ 1,57 → aumento de R$ 0,10 por litro (~6,8%). Agência Brasil
Diesel
• ICMS passou de R$ 1,12 por litro para R$ 1,17 → aumento de R$ 0,05 por litro (~4,4%). Agência Brasil
Gás de cozinha (GLP)
• ICMS passou de R$ 1,39 por quilo para R$ 1,47 por quilo → acréscimo de R$ 0,08 por quilo. Em um botijão de 13 kg, isso representa cerca de R$ 1,05 a mais de imposto. Agência Brasil+1
Esses aumentos de ICMS foram definidos pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) com base na lei que padroniza a cobrança do tributo para todo o país e começaram a valer no primeiro dia de 2026.
O ano de 2026 mal começou e o brasileiro já recebeu o velho presente do Estado: aumento no custo de vida. Desde 1º de janeiro, entraram em vigor reajustes que elevaram os preços da gasolina, do diesel e do gás de cozinha, resultado direto de mudanças na tributação e da política econômica conduzida pelo governo do Partido dos Trabalhadores.
No Brasil da chamada “democracia representativa”, a regra segue imutável. Quem acorda cedo, trabalha, produz e gera riqueza é obrigado a sustentar decisões tomadas longe da realidade do povo. Já quem vive do sistema decide, sem constrangimento, como gastar a renda de quem carrega o país nas costas.
O impacto é imediato e em cadeia. A gasolina mais cara pesa no bolso do trabalhador. O diesel reajustado encarece o transporte, os alimentos e tudo que depende de logística. E o gás de cozinha, item básico dentro de casa, vai se transformando em artigo de luxo — tudo isso embalado por discursos técnicos, números frios e promessas que nunca chegam à mesa do brasileiro.
A retórica oficial fala em justiça social, mas a prática revela um modelo onde a arrecadação vem antes da sobrevivência. Não há correntes visíveis, mas os boletos fazem o papel da escravidão moderna: mês após mês, o cidadão trabalha para pagar impostos, taxas e reajustes que só crescem.
Assim começa 2026. Com mais custos, menos poder de compra e a sensação cada vez mais clara de que, no Brasil, a democracia funciona assim: o povo produz, o governo decide e a conta sobra para quem não tem escolha.
Da redação Mídia News





