
Prefeitos de diferentes regiões do Brasil reagiram com críticas ao atraso no repasse de verbas do Ministério da Cultura, situação que vem sendo classificada por gestores municipais como um “calote” do governo federal. Segundo eles, compromissos assumidos com municípios para a execução de projetos culturais não foram honrados dentro do prazo, afetando diretamente programações já em andamento.
De acordo com as administrações locais, os recursos são essenciais para manter iniciativas como festivais, oficinas, restauração de espaços culturais e pagamento de profissionais do setor. Com a ausência dos repasses, muitas prefeituras afirmam estar arcando com despesas que deveriam ser cobertas pela União ou, em casos mais graves, suspendendo atividades previstas em cronograma oficial.
A insatisfação levou prefeitos a se mobilizarem por meio de associações municipalistas e frentes parlamentares, cobrando explicações e uma solução imediata. Gestores relatam que os atrasos comprometem a credibilidade das administrações municipais junto à população e aos produtores culturais, além de gerar impacto econômico em cidades que dependem do calendário cultural para movimentar o comércio local.
Em notas e manifestações públicas, prefeitos defendem que o governo federal regularize os pagamentos e estabeleça um cronograma claro para evitar novos atrasos. Eles também alertam que, caso a situação persista, medidas administrativas e políticas poderão ser adotadas para pressionar o cumprimento dos acordos firmados.
Da redação Mídia News

