O ex-presidente do Partido Novo, João Amoêdo, defendeu publicamente a abertura de um processo de impeachment contra o ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli, em razão de sua atuação no caso envolvendo o Banco Master. Segundo Amoêdo, decisões atribuídas ao magistrado extrapolariam os limites institucionais e levantariam dúvidas sobre a imparcialidade da Corte.
Em manifestações recentes, o ex-dirigente partidário afirmou que a condução do episódio afeta a confiança da sociedade no Judiciário e reforçou que o Senado tem a responsabilidade constitucional de avaliar eventuais desvios de conduta de ministros do STF. Para ele, a ausência de uma resposta institucional agrava a percepção de falta de controle sobre a atuação da Suprema Corte.
Amoêdo também destacou que o impeachment não deve ser tratado como instrumento político, mas como mecanismo legal previsto na Constituição para preservar o equilíbrio entre os Poderes. O caso Banco Master, segundo ele, evidenciaria a necessidade de maior transparência e de critérios claros para decisões judiciais de grande impacto.
Até o momento, Dias Toffoli não se pronunciou sobre as declarações. O episódio reacende o debate sobre os limites da atuação do STF e o papel do Senado na fiscalização de seus membros, tema que tem mobilizado diferentes setores do meio político e jurídico.
Da redação Mídia News





