
Uma vereadora brasileira causou forte repercussão política ao afirmar publicamente que o presidente Lula seria o “próximo a ser capturado” pelo ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump, em meio ao cenário de instabilidade diplomática envolvendo a Venezuela e recentes ações atribuídas ao governo norte-americano.
A declaração foi feita durante discurso em sessão legislativa e rapidamente ganhou as redes sociais, gerando críticas de parlamentares, juristas e integrantes do próprio campo político da vereadora. Para especialistas em direito internacional, a fala não tem respaldo jurídico e contribui para acirrar a polarização política, além de alimentar desinformação sobre relações diplomáticas entre países soberanos.
Aliados do presidente Lula classificaram a afirmação como “irresponsável” e “fantasiosa”, ressaltando que não há qualquer base legal ou institucional que sustente a possibilidade de captura de um chefe de Estado brasileiro por uma autoridade estrangeira. Já opositores aproveitaram a fala para reforçar discursos críticos ao governo federal, ainda que evitando endossar diretamente o conteúdo da declaração.
Nos bastidores do Congresso, a avaliação é de que o episódio amplia o clima de tensão política e deve motivar pedidos formais de esclarecimento, além de possíveis representações por quebra de decoro, a depender do desdobramento do caso e da repercussão institucional da fala.
Da redação Mídia News




