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Pedido ao STF mira prisão de Lulinha por supostas fraudes no INSS

Representação protocolada aponta indícios de irregularidades em benefícios e pede investigação imediata

Um pedido encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF) solicita a prisão de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, por supostas fraudes envolvendo o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A representação, protocolada por advogados e entidades que alegam ter identificado irregularidades, requer a abertura de inquérito e a adoção de medidas cautelares para apurar possíveis crimes contra a Previdência.

De acordo com o documento, haveria indícios de uso indevido de benefícios previdenciários, com movimentações consideradas atípicas e possíveis vínculos com esquemas de obtenção irregular de recursos. Os autores do pedido afirmam que os fatos teriam causado prejuízos aos cofres públicos e pedem que o STF determine diligências, como quebras de sigilo e oitiva de envolvidos, para esclarecer a extensão das supostas irregularidades.

A defesa de Lulinha nega qualquer ilegalidade e sustenta que as acusações são infundadas, ressaltando que não há condenação ou decisão judicial que comprove a prática de crimes. Especialistas ouvidos pela reportagem lembram que pedidos dessa natureza não significam culpa e que cabe ao Judiciário avaliar a consistência das provas apresentadas antes de qualquer medida.

O STF ainda não se manifestou oficialmente sobre o requerimento. Caso a Corte entenda que há elementos mínimos, poderá encaminhar a apuração ao órgão competente ou requisitar informações adicionais. O INSS, por sua vez, informou que colabora com investigações e mantém rotinas de controle para coibir fraudes.

O caso reacende o debate sobre a fiscalização de benefícios previdenciários e a responsabilização de eventuais envolvidos em esquemas ilícitos, enquanto aguarda-se posicionamento das autoridades sobre os próximos passos.

Da redação Mídia News

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