Jovem convive por um ano com verme de 15 cm no rosto e descobre parasita durante cirurgia
Caso raro registrado na Rússia revelou infecção causada por verme transmitido por mosquito e chamou atenção de médicos pela extensão do parasita

Uma jovem identificada como Anna Aleshkovka viveu durante cerca de um ano com um verme de aproximadamente 15 centímetros alojado sob a pele do rosto sem saber a verdadeira causa do problema. O caso ocorreu na Rússia e ganhou repercussão internacional após a descoberta do parasita durante um procedimento cirúrgico.
Segundo relatos divulgados pela imprensa internacional, Anna começou a perceber um inchaço incomum no rosto após sofrer uma picada de mosquito. Com o passar dos meses, a região passou a apresentar movimentos estranhos sob a pele, além de desconforto persistente. Inicialmente, a jovem acreditava se tratar de uma reação alérgica ou inflamação comum.
Após diversas avaliações médicas, exames mais detalhados identificaram a presença de um verme da espécie Dirofilaria repens, um parasita geralmente encontrado em cães e transmitido por mosquitos infectados. Embora rara em humanos, a infecção pode ocorrer quando o inseto contaminado pica uma pessoa e deposita as larvas no organismo.
Os médicos decidiram realizar uma cirurgia para remover o parasita. Durante o procedimento, foi retirado um verme com cerca de 15 centímetros de comprimento que estava se deslocando sob a pele do rosto da paciente. O caso chamou atenção pela dimensão do organismo e pelo longo período em que permaneceu no corpo humano.
Especialistas explicam que a dirofilariose humana é considerada incomum, mas pode ocorrer em diferentes partes do mundo, especialmente em regiões com alta incidência de mosquitos. Os sintomas variam conforme a localização do parasita e podem incluir nódulos sob a pele, dores, coceira e sensação de movimento na área afetada.
Médicos alertam que, apesar de rara, a infecção reforça a importância da prevenção contra picadas de mosquito, incluindo uso de repelentes, telas de proteção e cuidados em áreas de maior proliferação de insetos.
O caso de Anna repercutiu nas redes sociais e em veículos internacionais pela raridade e pelo impacto visual causado pela descoberta do verme alojado no rosto da jovem durante tanto tempo.
Da redação Mídia News





