Em decisão sigilosa, a Procuradoria-Geral da República (PGR) determinou o arquivamento da investigação que apurava a existência de supostos segredos envolvendo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a primeira-dama Janja da Silva no Palácio do Planalto. O procedimento havia sido instaurado a partir de representações e questionamentos sobre a transparência de agendas, compromissos e eventuais informações consideradas sensíveis no âmbito da Presidência da República.
Segundo apuração, a PGR entendeu que não houve indícios concretos de irregularidades que justificassem o prosseguimento das investigações. O despacho destaca a inexistência de elementos mínimos que caracterizassem violação à legislação ou ocultação indevida de informações de interesse público.
O caso tramitava sob reserva em razão do conteúdo das diligências e da natureza das informações analisadas. Fontes ouvidas afirmam que a decisão de arquivamento foi baseada em relatórios técnicos e manifestações internas que não identificaram práticas ilegais ou condutas que configurassem crime ou improbidade administrativa.
A defesa do presidente e da primeira-dama sempre sustentou que não houve qualquer tentativa de ocultar informações e que todas as atividades institucionais seguem os protocolos legais e de transparência previstos na legislação.
Com o arquivamento, o procedimento é oficialmente encerrado, salvo o surgimento de novos fatos ou provas que justifiquem a reabertura do caso.
Da redação Mídia News





