
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva autorizou a criação de 8,8 mil novos cargos na administração pública federal, com previsão de impacto anual de aproximadamente R$ 4,2 bilhões no orçamento. A medida abrange principalmente ministérios, autarquias e instituições ligadas às áreas de educação, saúde e cultura.
Segundo o Planalto, a expansão ocorre para atender à reestruturação de órgãos recriados ou ampliados desde o início do mandato. A justificativa oficial aponta que o aumento do quadro de servidores é necessário para garantir a execução de programas considerados estratégicos, além de reforçar a capacidade operacional de setores que, segundo o governo, estariam defasados.
Parlamentares da oposição, porém, criticaram a decisão e afirmaram que a medida representa inchamento da máquina pública em um momento de forte pressão fiscal. Líderes oposicionistas prometem acionar órgãos de controle e cobrar explicações detalhadas sobre o impacto financeiro e a necessidade de cada cargo criado.
O governo argumenta que a ampliação da estrutura federal acompanha o crescimento das demandas e reforça que parte das novas posições será destinada a concursos públicos já previstos para os próximos anos.
Da redação Mídia News

