
O deputado federal Eduardo Bolsonaro reagiu de forma dura às recentes determinações da Polícia Federal envolvendo sua situação funcional como escrivão. Em declaração pública, o parlamentar afirmou que não pretende abrir mão do cargo e classificou a medida como parte de uma perseguição política. “Não entregarei de mão beijada”, disse.
Segundo Eduardo, a iniciativa da PF ocorre em um contexto de embates institucionais e pressões políticas, especialmente após decisões judiciais e administrativas que atingiram aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro. O deputado sustenta que tem direito adquirido ao cargo e que qualquer tentativa de afastamento deve respeitar o devido processo legal.
Ainda de acordo com o parlamentar, sua equipe jurídica já analisa medidas para contestar a determinação e garantir sua permanência na função pública. Ele afirma que seguirá exercendo o mandato parlamentar enquanto busca respaldo legal para manter o vínculo com a corporação.
A Polícia Federal, por sua vez, não comentou as declarações do deputado até o momento. O caso deve seguir sob análise administrativa e pode acabar sendo judicializado, ampliando mais um capítulo do embate entre setores do governo, do Judiciário e da oposição no Congresso Nacional.
Da redação Mídia News





