
O deputado federal Filipe Barros (PL-PR) levantou, nesta semana, uma nova polêmica ao insinuar que Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, teria deixado o Brasil de forma repentina devido ao avanço das investigações sobre possíveis irregularidades envolvendo o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A declaração foi feita durante entrevista e rapidamente repercutiu entre aliados e opositores do governo.
Segundo Barros, o suposto embarque para fora do país teria ocorrido logo após diligências recentes da Polícia Federal em desdobramentos relacionados ao caso apelidado por parlamentares de “Careca do INSS”. O deputado afirmou que a movimentação despertou desconfiança e que a saída poderia estar vinculada ao receio de medidas judiciais. No entanto, até o momento, não há confirmação oficial sobre o destino ou as razões do deslocamento de Lulinha.
Aliados do governo classificaram a fala como especulação política e alegaram que não existe qualquer indício concreto que comprove fuga ou tentativa de evitar investigação. Defensores de Lulinha afirmam que viagens internacionais são comuns e que não há ordem judicial que o impeça de deixar o país.
O caso continua a movimentar o cenário político e jurídico, com debates acirrados sobre transparência, responsabilização e uso político de investigações. Novas informações sobre o avanço da apuração podem definir os próximos passos e ampliar a repercussão do episódio.
Da redação Mídia News

