
O senador Flávio Bolsonaro afirmou nesta semana que o presidente Lula poderá ser delatado após a queda do regime de Nicolás Maduro. A declaração foi feita em tom contundente e repercutiu nas redes sociais, alimentando o debate político sobre as relações entre governos de esquerda na América Latina.
Segundo Flávio Bolsonaro, um eventual colapso do atual governo venezuelano abriria caminho para que documentos, informações e testemunhos até então ocultos viessem à tona. Na avaliação do senador, essas revelações poderiam atingir líderes estrangeiros que mantiveram proximidade política e diplomática com o regime chavista ao longo dos últimos anos, incluindo o chefe do Executivo brasileiro.
“O que hoje está protegido pelo poder autoritário de Maduro pode emergir quando o regime cair. E isso pode alcançar aliados políticos fora da Venezuela”, afirmou o parlamentar, sem apresentar provas concretas ou detalhes específicos sobre o teor das supostas delações.
Aliados do governo Lula reagiram classificando as declarações como especulativas e de caráter político, ressaltando que o Brasil mantém relações diplomáticas com diversos países e que não há qualquer indício formal que sustente a acusação. Mesmo assim, a fala de Flávio Bolsonaro reforça o clima de polarização e amplia a pressão discursiva da oposição sobre a política externa brasileira em relação à Venezuela.
O tema tende a continuar em evidência, especialmente diante do cenário instável no país vizinho e das disputas narrativas que marcam o ambiente político nacional.
Da redação Mídia News




