
A solenidade promovida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em memória dos atos de 8 de janeiro, realizada nesta quarta-feira (8) em Brasília, foi marcada por um público reduzido e ampla repercussão negativa nas redes sociais. Imagens do evento, que mostram espaços vazios e plateia dispersa, viralizaram rapidamente e alimentaram críticas de opositores, que classificaram a cerimônia como um “fracasso de público”.
A baixa adesão contrastou com a expectativa do Palácio do Planalto, que pretendia transformar a data em um marco simbólico de defesa da democracia. Parlamentares aliados e representantes de movimentos sociais compareceram, mas a presença popular ficou aquém do esperado. A oposição explorou o cenário, afirmando que o governo não conseguiu mobilizar a sociedade e que o evento teria sido “esvaziado”.
Nas redes sociais, a cerimônia virou alvo de memes e ironias, com usuários destacando cadeiras vazias e comparando a mobilização com atos anteriores. Perfis internacionais também repercutiram as imagens, e portais estrangeiros mencionaram a baixa participação, ampliando a percepção de constrangimento para o governo brasileiro.
Integrantes do Planalto minimizaram as críticas e afirmaram que o objetivo do evento era institucional, não de mobilização de massa. Segundo assessores, a prioridade foi a mensagem política e a reafirmação do compromisso com as instituições, independentemente do tamanho do público presente.
Mesmo assim, analistas políticos avaliam que a imagem de um evento esvaziado pode fortalecer o discurso da oposição e expor dificuldades do governo em engajar a população em agendas simbólicas. O episódio reacende o debate sobre a capacidade de mobilização do Executivo e a leitura que a sociedade faz das iniciativas oficiais relacionadas ao 8 de janeiro.
Da redação Mídia News

