
Por: Pablo Carvalho
O Ministério Público Eleitoral de Minas Gerais deflagrou um ataque implacável contra o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), maior comunicador da direita no Brasil. Nesta terça-feira (8), o MP formalizou uma denúncia que visa estirpar Nikolas da vida pública, pedindo a suspensão de seus direitos políticos e de seu aliado, deputado Bruno Engler (PL). A acusação é por criticar o então prefeito de Belo Horizonte, Fuad Noman, na eleição de 2024, usando fatos sobre um livro polêmico escrito por Noman.
A origem da fúria do MP reside na coragem de Nikolas em expor o livro “Cobiça”, de autoria de Fuad Noman. Lançada em 2020, a obra descreve uma chocante cena de estupro coletivo de uma criança de 12 anos. Nikolas questionou publicamente como alguém com tal mente poderia pleitear o apoio de cristãos e ser gestor da educação, deixando o “Sistema” em polvorosa com a revelação. A denúncia ainda acusa Nikolas de descumprir determinações judiciais, mantendo o vídeo crítico em suas redes e, pior, “debochando publicamente da decisão”. O “Sistema” não perdoa o desafio. Além disso, o deputado também denunciou que a rede municipal de educação de BH, sob gestão de Noman, levou alunos a uma feira literária com títulos escandalosos, como “Kit Gay – atividades lúdicas”, “Velho sacudo” e “Ménage”.
O pedido do MP por indenização por danos morais, a ser revertido para caridade, somado à solicitação de suspensão de direitos políticos, revela uma tentativa clara de anular a voz que mais incomoda o Governo Lula nas redes. É um movimento para estirpar um oponente político que se atreve a expor verdades incômodas, mostrando que o “Sistema” está disposto a tudo para calar seus críticos mais contundentes.
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