
Uma denúncia envolvendo a gestão do prefeito do Recife, João Campos (PSB), tem repercutido no meio político e jurídico da capital pernambucana. Segundo as acusações, o filho de uma procuradora municipal, que inicialmente aparecia na 63ª colocação de um concurso público, teria sido reposicionado para o 1º lugar do certame, o que levantou suspeitas de favorecimento indevido.
De acordo com as informações que circulam, a mudança abrupta na classificação teria ocorrido após revisões administrativas, sem explicações consideradas suficientes por candidatos e especialistas ouvidos de forma reservada. O caso passou a ser apontado como possível afronta aos princípios da legalidade, impessoalidade e moralidade que regem a administração pública.
Candidatos que se sentiram prejudicados afirmam que pretendem buscar esclarecimentos formais junto aos órgãos de controle, além de eventual judicialização do caso. Para eles, a situação compromete a credibilidade do concurso e gera insegurança quanto à lisura do processo seletivo.
Até o momento, a Prefeitura do Recife e o prefeito João Campos não apresentaram manifestação pública detalhada sobre as alegações. O episódio segue sendo acompanhado por entidades civis e por integrantes do meio jurídico, que defendem apuração rigorosa e transparência total para esclarecer os fatos.
Da redação Mídia News

