
O ex-governador de Mato Grosso do Sul e pré-candidato ao Senado, Reinaldo Azambuja, defende que o Governo Federal intensifique os esforços para retomar e concluir milhares de obras públicas paralisadas em diferentes regiões do país. Como exemplo de que é possível recuperar projetos interrompidos, ele cita o Hospital do Trauma de Campo Grande, empreendimento retomado e concluído durante sua gestão à frente do Governo do Estado.

Segundo Reinaldo, a unidade representa um caso concreto de como planejamento, decisão política e capacidade administrativa podem transformar uma estrutura inacabada em um serviço efetivamente colocado à disposição da população.
O Hospital do Trauma permaneceu por anos entre os projetos que enfrentaram dificuldades para sua conclusão. Após a retomada das obras, a estrutura foi entregue e passou a integrar a rede de atendimento de urgência e emergência da Capital, ampliando a capacidade hospitalar disponível para pacientes de Campo Grande e de outros municípios de Mato Grosso do Sul.
“O Hospital do Trauma é a prova de que não faltam recursos nem projetos — falta vontade política e capacidade de gestão. Em Mato Grosso do Sul, pegamos uma obra esquecida há duas décadas, concluímos e hoje ela salva vidas. O Governo Federal precisa fazer o mesmo com as 11 mil obras que começou e não terminou. O dinheiro do povo não pode continuar sendo jogado fora”, afirma Reinaldo.
O ex-governador chama atenção para o elevado número de empreendimentos públicos que permanecem inacabados no Brasil e para os impactos provocados pela paralisação de investimentos em áreas estratégicas. Além dos recursos já aplicados, obras interrompidas podem gerar custos adicionais para sua retomada e adiar benefícios esperados pela população.
Entre os grandes projetos nacionais que enfrentaram atrasos ao longo dos anos, Reinaldo cita a Ferrovia Transnordestina e a Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. Para ele, empreendimentos de infraestrutura dessa dimensão demonstram a importância do planejamento de longo prazo, do acompanhamento permanente dos contratos e da fiscalização sobre a aplicação dos recursos públicos.
No caso da Refinaria Abreu e Lima, Reinaldo destaca a relevância estratégica da ampliação da capacidade nacional de refino. Segundo ele, investimentos no setor podem contribuir para reduzir a dependência brasileira da importação de derivados de petróleo e fortalecer a infraestrutura energética do país.
Ex-governador de Mato Grosso do Sul por dois mandatos, Reinaldo também destaca como marcas de sua administração os investimentos realizados em infraestrutura, segurança pública e modernização da malha viária, além da busca pelo equilíbrio fiscal e pela manutenção da capacidade de investimento do Estado.
A experiência administrativa adquirida no Executivo estadual, segundo ele, reforça a necessidade de ampliar a fiscalização e estabelecer mecanismos que garantam maior eficiência na execução dos investimentos públicos.
“Conheço a realidade dos 79 municípios sul-mato-grossenses. Sei o que é uma obra parada fazer mal à população. Também sei o que é gestão com responsabilidade para entregar resultados. O Senado deve trabalhar para que o Governo Federal tenha essa mesma obrigação de concluir o que começa. O dinheiro público não é do governo — é do povo, e o povo merece respeito”, afirma.
Reinaldo defende ainda que o Senado Federal exerça papel ativo nessa agenda, tanto na destinação de recursos para Estados e municípios quanto na fiscalização da execução das obras financiadas com dinheiro público.
Para o pré-candidato, aumentar a transparência, acompanhar os cronogramas e cobrar eficiência dos órgãos responsáveis são medidas fundamentais para evitar desperdícios e garantir que investimentos iniciados pelo poder público sejam efetivamente concluídos e transformados em serviços e infraestrutura para a população.
Da redação Mídia News





