Angelynn Mock, ex-âncora de TV nos EUA, confessa assassinato da própria mãe e pode pegar prisão perpétua
Jornalista se declarou culpada pelo assassinato de Anita Avers, de 80 anos, ocorrido em Wichita, no Kansas; sentença está prevista para outubro

A ex-âncora de televisão norte-americana Angelynn “Angie” Mock, de 48 anos, declarou-se culpada pelo assassinato em primeiro grau da própria mãe, Anita Avers, de 80 anos. O crime ocorreu em 31 de outubro de 2025, em Wichita, no estado do Kansas, nos Estados Unidos. A jornalista agora enfrenta uma pena prevista de prisão perpétua, com possibilidade de liberdade condicional depois de cumprir 25 anos.
A acusação formal de homicídio em primeiro grau havia sido apresentada pela Promotoria do Condado de Sedgwick em novembro de 2025. Segundo o órgão, policiais de Wichita atenderam a ocorrência em uma residência particular e encontraram Anita Avers vítima de múltiplos ferimentos provocados por faca. Mock foi presa pouco depois.
Conforme documentos judiciais divulgados pela imprensa norte-americana, a ex-apresentadora apresentou versões diferentes sobre o que teria acontecido antes da morte da mãe. Em um dos relatos, afirmou que teria agido em legítima defesa. Em outra versão, disse aos investigadores que a mãe estaria afiando facas enquanto as duas conversavam sobre uma entrevista de emprego.
O processo também passou por uma discussão sobre a capacidade de Mock de responder judicialmente. Em janeiro de 2026, ela foi considerada inicialmente incapaz de enfrentar o julgamento e encaminhada ao Larned State Hospital para avaliação e tratamento. Em julho, entretanto, uma nova decisão judicial concluiu que ela estava apta a responder ao processo.
Carreira na televisão
Antes do caso criminal, Angelynn Mock teve passagem por emissoras locais dos Estados Unidos. Ela trabalhou como âncora matinal da KTVI Fox 2, em St. Louis, entre 2011 e 2015, além de ter atuado como repórter esportiva na KLKN, em Lincoln, Nebraska.
Com a declaração de culpa, o processo segue agora para a fase de definição da pena. A audiência de sentença está marcada para 5 de outubro de 2026. De acordo com a Promotoria e veículos locais, a pena presumida é de prisão perpétua, com possibilidade de liberdade condicional após 25 anos.
Da redação Mídia News Campo Grande





