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Flávio Bolsonaro diz que ex-presidente já definiu parte das candidaturas do PL ao Senado

Após visita na Papudinha, senador afirma que Michelle Bolsonaro e Bia Kicis são nomes escolhidos no DF; São Paulo segue indefinido

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro já definiu parte das candidaturas do Partido Liberal (PL) para o Senado Federal nas próximas eleições. A declaração foi feita após visita ao pai na unidade prisional conhecida como Papudinha, em Brasília.

Segundo o parlamentar, no Distrito Federal os nomes já estão consolidados: a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e a deputada federal Bia Kicis foram escolhidas para representar a legenda na disputa. A definição, de acordo com Flávio, faz parte da estratégia de fortalecimento do partido em colégios eleitorais considerados prioritários.

O senador também comentou o cenário político em Santa Catarina, onde havia incertezas sobre o apoio à reeleição do senador Esperidião Amin (PP). Apesar do histórico de alinhamento político, Flávio indicou que o ex-presidente optou por apoiar outros nomes no Estado, como a deputada federal Caroline De Toni e o vereador Carlos Bolsonaro.

Durante a declaração, Flávio destacou que, mesmo diante de divergências, as decisões seguem a lógica partidária e eleitoral. Ele ressaltou que mantém respeito por Amin, mas afirmou que o grupo político já definiu seu posicionamento no Estado.

Em relação a São Paulo, maior colégio eleitoral do país, ainda não há definição oficial. Flávio informou que Jair Bolsonaro solicitou mais tempo para avaliar pesquisas e dialogar com lideranças políticas antes de anunciar os კანდიდatos. O deputado federal Guilherme Derrite, cotado para a disputa, participou do encontro e afirmou que seguirá a decisão do ex-presidente.

O senador também revelou que deve se reunir com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, na sexta-feira (27), para tratar da articulação política no Estado.

Além do cenário eleitoral, Flávio voltou a defender que Jair Bolsonaro cumpra prisão domiciliar. Segundo ele, o ex-presidente apresentou melhora no estado de saúde, mas ainda enfrenta efeitos colaterais de medicamentos, o que, em sua avaliação, torna inadequada a permanência em cela individual.

Da redação Mídia News

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