O pastor Silas Malafaia afirmou, durante participação no podcast Iron Talks, que um influente empresário do setor de comunicação revelou ter investigado profundamente a trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) sem encontrar indícios de corrupção.
A declaração foi feita em entrevista ao médico Felipe Sestaro, apresentador do programa. Sem citar nomes, Malafaia disse que o proprietário de uma grande emissora de televisão teria compartilhado a conclusão após analisar a vida pública de Bolsonaro.
“Não vou dar o nome por uma questão de ética, mas um dono desses grupos poderosos de comunicação falou assim para mim: ‘Pastor, pode falar o que quiser do Bolsonaro, ele fala uma bobagem, algo que não deve, mas nós reviramos a vida desse cara de cabeça para baixo e não tem nada de corrupção'”, declarou o líder religioso.
Na sequência, Malafaia reforçou o argumento de que o ex-presidente costuma ser alvo de diversas críticas políticas e pessoais, mas, segundo ele, não recebe acusações diretas de corrupção por parte de adversários.
“Você vê que chamam o Bolsonaro de tudo, mas não o chamam de corrupto. Nem a esquerda, que combate Bolsonaro, tem coragem de chamá-lo de corrupto”, afirmou.
O entrevistador relembrou uma frase frequentemente utilizada pelo ex-presidente durante seus mandatos e campanhas eleitorais:
“Me chamem de qualquer coisa, quero ver me chamarem de corrupto.”
Além do tema envolvendo Bolsonaro, Malafaia também comentou sobre o cenário político nacional, fez críticas ao comunismo — classificado por ele como “a ideologia mais sangrenta” — e mencionou episódios de perseguição a cristãos em países governados por regimes comunistas.
A declaração do pastor repercutiu nas redes sociais e voltou a movimentar o debate político entre apoiadores e críticos do ex-presidente. Até o momento, Malafaia não revelou quem seria o empresário citado nem apresentou documentos ou elementos que comprovem a suposta investigação mencionada durante o podcast.
É importante destacar que a fala do pastor representa um relato pessoal sobre uma conversa privada. Não há confirmação pública da identidade do dono da emissora citado nem registro oficial da alegada apuração mencionada.
Da redação Mídia News





