
Os pantaneiros têm milhares de vídeos de araras azuis nas sedes das fazendas do Paiaguás, espontânea e naturalmente se misturando para forragear e interagir socialmente, com os locais de descanso e ruminação, cochos de sal (que elas adoram), bem como rodeios e malhadas dos gregários bovinos.

Araras jamais descem para se alimentar no chão de cerrados, onde seriam facilmente predadas, preferem serem servidas nesta conveniente convivência com o gado ( praça de alimentação comum).
Aproximaram-se das sedes das fazendas buscando proteção na época que eram caçadas para contrabando, dado o valor que continuam a alcançar mesmo em fotos, para enfeitar casas milionárias no exterior.
Os pantaneiros nomeiam você, como juiz assistente de vídeo, para decidir à luz do que você vê, se araras azuis são simbióticas e gregárias com a criação tradicional e concordam que colocá-las em lista de extinção, só ajuda a quem as molesta, manipulando e explorando comercialmente.
Armando Arruda Lacerda
Pantanal ama araras, não arareiros mercenários
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