“O dia seguinte é sempre pior” (Lúcio Aneu Sêneca – ? a 65 d.C.)
“Eu sou você amanhã” manifesta-se no Brasil com muita frequência. É assim, de maneira incrível e habitual, em relação à Argentina e foi assim nos distúrbios estudantis de 68, quando, aqui, se modulou uma onda europeia.
O presente período eleitoral mostrou um limiar determinístico para os rumos políticos do Brasil que pode não ser aceitável para aqueles que, outrora, pretenderam tomar o poder pelas armas. A tensão e a volúpia combativa destes, após a derrota no 1º Turno, bem nos alerta para a uma veia revolucionária latente.
Se Lula perder o 2º Turno, não descarto a possibilidade do “Exército de Lula” importar a crise que ora aflige o Velho Mundo, senão para sabotar o novo governo, para criar oportunidades convergentes aos objetivos do Foro de São Paulo, no momento, apenas empossado no governo do Brasil.
A ideologia sinistra no Brasil não é democrática como se atribui. Joga com todas as armas para conquistar ou manter-se no poder. Para atingir seus objetivos utiliza subterfúgios discursais e manipuladores, sempre, sob mantos ideológicos de pensadores e líderes tais quais Marx, Lenin, Stalin, Mao, Fidel Castro, Hugo Chaves e, sobretudo, Gramsci, todos fiéis a máxima – o fim justifica os meios.
A vitória de Flávio, em consequência, pode tornar-se o primeiro passo necessário a restauração da harmonia social no país, todavia, exigirá estrita observância aos princípios constitucionais, bem como terá de resistir a próceres que intentem subverter o espírito do constituinte à sua vontade e à revelia dos processos democráticos previstos na Constituição da República Federativa do Brasil. Também exigirá que os agentes protetores do Estado e da Instituições Democráticas atuem, proativamente, no cumprimento de suas missões.
Amanhã, deseja-se a harmonia, contudo, é bom lembrarmos de Sêneca e nos prepararmos para o pior.
TUDO PELA PÁTRIA! ⚓




