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Eduardo Bolsonaro responde PF e diz que não abrirá mão do cargo de escrivão

Deputado afirma que decisão tem motivação política e promete recorrer para permanecer na função pública

O deputado federal Eduardo Bolsonaro reagiu de forma dura às recentes determinações da Polícia Federal envolvendo sua situação funcional como escrivão. Em declaração pública, o parlamentar afirmou que não pretende abrir mão do cargo e classificou a medida como parte de uma perseguição política. “Não entregarei de mão beijada”, disse.

Segundo Eduardo, a iniciativa da PF ocorre em um contexto de embates institucionais e pressões políticas, especialmente após decisões judiciais e administrativas que atingiram aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro. O deputado sustenta que tem direito adquirido ao cargo e que qualquer tentativa de afastamento deve respeitar o devido processo legal.

Ainda de acordo com o parlamentar, sua equipe jurídica já analisa medidas para contestar a determinação e garantir sua permanência na função pública. Ele afirma que seguirá exercendo o mandato parlamentar enquanto busca respaldo legal para manter o vínculo com a corporação.

A Polícia Federal, por sua vez, não comentou as declarações do deputado até o momento. O caso deve seguir sob análise administrativa e pode acabar sendo judicializado, ampliando mais um capítulo do embate entre setores do governo, do Judiciário e da oposição no Congresso Nacional.

Da redação Mídia News

Flávio Fontoura

Flávio Fontoura é jornalista, fundador e editor-chefe deste portal, onde assina a maioria das reportagens. utiliza sua expertise no setor audiovisual e sua visão empreendedora para liderar a linha editorial do site, unindo o rigor da informação à dinâmica da produção de conteúdo moderno.

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