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Diário Oficial publica “Fulano” e “Cicrano” em portaria da segurança de Lula e GSI promete correção

Erro em documento oficial chamou atenção ao nomear militares para a Secretaria de Segurança Presidencial com nomes fictícios; Gabinete de Segurança Institucional informou que fará a retificação na próxima edição do Diário Oficial da União.

Uma portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta segunda-feira (22) gerou repercussão ao trazer os nomes “Fulano de Tal” e “Cicrano de Tal” como militares designados para atuar na Secretaria de Segurança Presidencial do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República.

O documento, assinado pelo diretor do Departamento de Gestão da Secretaria-Executiva do GSI, Vinícius Damasceno do Nascimento, designava três militares para exercer a função de assistente na estrutura responsável pela segurança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Entre os nomeados aparecia corretamente o 1º sargento da Marinha Márcio Adriano de Jesus Leite, mas os outros dois foram identificados como “Maj EB Fulano de Tal” e “1º Ten PMDF Cicrano de Tal”.

A publicação rapidamente ganhou destaque nas redes sociais e em veículos de imprensa, levantando questionamentos sobre falhas no processo de revisão do documento oficial. Os termos “Fulano de Tal” e “Cicrano de Tal” são tradicionalmente utilizados como nomes genéricos ou provisórios em modelos de documentos, formulários e textos exemplificativos.

Após a repercussão, o GSI confirmou que identificou o erro e informou que a correção será publicada na próxima edição do Diário Oficial da União. Segundo o órgão, tratou-se de uma falha na elaboração ou revisão da portaria, sem impacto na efetivação administrativa das designações.

A Secretaria de Segurança Presidencial é responsável pela proteção do presidente da República, do vice-presidente, de familiares das autoridades e das instalações presidenciais, como o Palácio do Planalto e o Palácio da Alvorada. O setor integra a estrutura do GSI, órgão encarregado de coordenar ações relacionadas à segurança institucional do governo federal.

O episódio se soma a outros casos de erros de edição em documentos oficiais registrados ao longo dos últimos anos, mas chama atenção por envolver uma área sensível ligada diretamente à segurança presidencial. Até o momento, os nomes corretos dos militares que deveriam constar na portaria não haviam sido divulgados oficialmente.

Da redação Mídia News

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