
A nova pesquisa do Instituto Vox Brasil mostra mudança no cenário eleitoral para a Presidência da República, com redução da vantagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL). O levantamento indica Lula com 38,3% das intenções de voto no primeiro turno, enquanto Flávio aparece com 32,2%, uma diferença de 6,1 pontos percentuais.
Segundo os dados divulgados, Lula registrou queda em relação ao levantamento anterior do instituto, quando aparecia com 42,1%. Já Flávio Bolsonaro também apresentou oscilação negativa, passando de 33,6% para 32,2%. Mesmo com a redução da vantagem, o petista segue liderando o cenário estimulado de primeiro turno.
A pesquisa ocorre em meio aos desdobramentos políticos envolvendo o chamado caso Banco Master, investigação que passou a envolver diferentes nomes do cenário político nacional. O episódio trouxe desgaste para integrantes de diferentes grupos políticos e passou a ser explorado pelas campanhas na disputa pela narrativa eleitoral.
No cenário apresentado pelo Vox Brasil, o senador Flávio Bolsonaro aparece como principal adversário de Lula. A aproximação entre os dois nomes indica uma disputa mais acirrada, especialmente considerando que a eleição ainda está em fase de pré-campanha e que novos acontecimentos podem alterar a percepção do eleitorado.
Além de Lula e Flávio, outros nomes aparecem no levantamento, mas com percentuais bem inferiores. O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) registra 5,1%, seguido por Romeu Zema (Novo), com 3,8%, e Renan Santos (Missão), com 2,5%.
Em um eventual segundo turno, o levantamento também testou um confronto direto entre Lula e Flávio Bolsonaro. O resultado indica vantagem numérica do presidente, mas dentro de um cenário considerado tecnicamente apertado devido à margem de erro da pesquisa.
A disputa presidencial de 2026 segue marcada pela forte polarização entre os grupos ligados ao atual presidente e ao campo político associado ao ex-presidente Jair Bolsonaro. O cenário deve continuar sendo influenciado por fatores econômicos, avaliações do governo e novos capítulos de investigações em andamento.
Da redação Mídia News





