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Romeu Zema atribui governo de Pimentel ao ‘diabo’ e classifica gestão petista como calamidade em Minas Gerais

Pré-candidato à Presidência pelo Partido Novo disparou contra o antecessor durante evento da Associação Comercial de São Paulo

O governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência da República, Romeu Zema (Novo), fez duras críticas ao ex-governador Fernando Pimentel (PT) durante participação em evento da Associação Comercial de São Paulo, realizado nesta segunda-feira (13), na capital paulista.

Em discurso direcionado a empresários, Zema afirmou que o período de gestão petista em Minas Gerais representou uma “calamidade pública” e utilizou uma declaração de forte tom ao comentar a eleição de seu antecessor. Segundo ele, “o diabo mandou para Minas o Fernando Pimentel”, a quem classificou como “o pior governador da história” do estado.

O ex-governador mineiro também listou problemas administrativos que, segundo ele, marcaram a gestão entre 2015 e 2018. Entre os pontos citados estão atrasos salariais de servidores, não pagamento do 13º salário, falhas em repasses obrigatórios a municípios e irregularidades envolvendo empréstimos consignados de funcionários públicos.

Durante o evento, Zema reforçou que sua entrada na política ocorreu após observar a crise econômica enfrentada pelo país e pelo estado naquele período. Ele declarou que, apesar de ter histórico de rejeição à política, decidiu participar da vida pública ao identificar o que considerou falhas estruturais na administração pública brasileira.

Além das críticas ao PT em Minas Gerais, o pré-candidato também direcionou ataques à atuação nacional do partido, classificando algumas propostas como “populistas” em contexto eleitoral.

Zema ainda utilizou o espaço para defender sua própria gestão à frente do governo mineiro, destacando medidas de ajuste fiscal, ausência de escândalos de corrupção e uma postura que, segundo ele, priorizou a eficiência administrativa.

O discurso ocorre em meio à movimentação política para as eleições presidenciais de 2026, nas quais o governador tenta se consolidar como um dos nomes da direita fora do eixo tradicional.

Da redação Mídia News

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